Estratégias ajudam a minimizar sintomas comuns da idade e do climatério
A partir dos 40 anos, o corpo feminino entra em uma fase marcada por transformações importantes, muitas delas silenciosas, mas com impacto direto na energia, no humor e na qualidade de vida. A queda progressiva de hormônios como estrogênio e progesterona, somada a mudanças metabólicas, passa a influenciar desde a disposição diária até a composição corporal
De acordo com a nutricionista e consultora da Probiótica, Janaína Porto Alegre, esse processo envolve uma combinação de fatores fisiológicos. “Além da queda hormonal, há perda de massa muscular, redução da eficiência na produção de energia celular e alterações nos neurotransmissores, o que pode gerar mais cansaço físico e mental, dificuldade de foco e piora do sono”, explica. Também é comum o aumento da resistência à insulina, contribuindo para oscilações de energia ao longo do dia.
Nesse cenário, a suplementação nutricional surge como uma estratégia relevante, embora não seja uma regra para todas as mulheres. Segundo a especialista, ela se torna mais indicada quando há sinais, como fadiga frequente, dificuldade de recuperação muscular, alterações hormonais, sono prejudicado ou ingestão alimentar insuficiente.
Entre os nutrientes mais recomendados, alguns se destacam por atuar diretamente nas principais demandas dessa fase. A creatina, por exemplo, auxilia na preservação da massa muscular e na melhora da força e da energia, com benefícios que podem alcançar também a função cognitiva e até mesmo amenizar sintomas comuns do climatério e da menopausa. O ômega-3, atua na modulação de neurotransmissores relacionados ao humor, além de exercer efeito anti-inflamatório e contribuir para a saúde cardiovascular e cognitiva. Já a proteína, como o whey, é essencial para evitar a perda muscular e favorecer a recuperação, ajudando a sustentar resultados mesmo em rotinas mais corridas.
Esse é um dos pontos que mais preocupam mulheres nessa fase, mas a boa notícia é que a perda de massa muscular pode ser controlada e retardada. “É um processo evitável e até reversível com estímulo adequado”, reforça Janaína. “A combinação de treino de força, ingestão proteica adequada e consistência nos hábitos continua sendo a base, com a suplementação atuando como suporte para potencializar resultados”, conclui.
De acordo com a médica e corredora parceira da Probiótica, Luciana Haddad, um outro aliado nesse processo é o colágeno, proteína que sustenta o corpo, e dá suporte à pele, articulações e tecidos, e que está diretamente ligado à firmeza, mobilidade e recuperação. “O colágeno tipo 1 hidrolisado verisol, tem demostrado benefícios na matriz extracelular da pele e no suporte a integridade articular, principalmente quando utilizados de forma contínua e na dosagem adequada. E quando essa formulação é combinada com ácido hialurônico, como no Pro Collagen da Probiótica, que entrega 100mg por porção, existe um potencial sinérgico, já que o ácido hialurônico atua na retenção de água e na viscosidade do fluido sinovial, contribuindo então para uma lubrificação articular e hidratação tecidual”, diz a médica.
Fonte: Probiótica/Danthi
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