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Estilo de Vida

Novas ondas de calor acendem alerta sobre sintomas de desidratação

Nutricionista destaca “sintomas invisíveis” que podem indicar desequilíbrio hídrico e afetar a performance no dia a dia

Data de Publicação: 03/abr/2026

Uma nova onda de calor com altas temperaturas deve atingir diferentes regiões do Brasil nos próximos dias. Segundo a previsão, a condição deve se estender pelas próximas semanas, e nutricionistas alertam para os sintomas de desidratação no período.

Segundo um levantamento realizado pela marca Liquid I.V., 70% dos brasileiros sentem sintomas de desidratação¹, mesmo sem associá-los a essa condição. Agora, com a persistência das altas temperaturas, é importante reforçar que mesmo a desidratação leve nem sempre se manifesta apenas por meio da sede, afetando a produtividade e o bem-estar físico e mental.

De acordo com a nutricionista Rosana Perim, o corpo emite sinais claros quando o equilíbrio eletrolítico está comprometido, especialmente sob calor extremo. “Quando a sede aparece, o corpo já está operando com um certo déficit hídrico, ponto em que a performance cognitiva e a física começam a declinar”, explica. “Beber água pura é importante, mas em cenários de calor extremo, o organismo perde eletrólitos vitais que a água sozinha não consegue repor com a mesma velocidade e eficiência. É aí que se destaca a diferença entre apenas ingerir água e estar verdadeiramente hidratado.”

Como identificar os sinais silenciosos e menos óbvios de desidratação?
Muitas vezes confundidos com o estresse da rotina ou o cansaço do final do dia, estes sintomas são indicadores de que o equilíbrio mineral do corpo pode estar comprometido:

  • névoa mental: dificuldade de concentração, lentidão no raciocínio e lapsos de memória recente podem ser sinais de desidratação;
  • irritabilidade e oscilação de humor: a desidratação afeta a regulação dos neurotransmissores, o que nos torna mais vulneráveis ao estresse sem uma causa emocional aparente;
  • fome persistente: o cérebro pode confundir os sinais de sede com os de fome, em uma tentativa de se reequilibrar e buscar eletrólitos e fontes de energia;
  • mau hálito e boca seca: a redução na produção de saliva contribui para o crescimento de bactérias bucais, gerando desconforto mesmo após a escovação;
  • câimbras e espasmos musculares: mesmo sentado no escritório, a falta de sódio, potássio e vitaminas pode causar pequenas contrações involuntárias, sinalizando que os músculos estão “descalibrados”.
  • alterações na função cardíaca: a desidratação pode levar à queda da pressão arterial (hipotensão), causando tonturas, vertigens e até desmaios. Pode causar, ainda, alterações na frequência cardíaca, uma vez que a redução do fluxo sanguíneo resulta no aceleramento dos batimentos cardíacos e em palpitação (taquicardia).

Para combater esses sinais, a estratégia recomendada é a hidratação funcional. “Ao utilizar soluções que combinam eletrólitos, carboidratos e vitaminas, garantimos a eficiência da absorção de água na corrente sanguínea. Como consequência, recuperamos a vitalidade e a performance de forma muito mais eficiente do que com o consumo isolado de água. É importante ressaltar que, em casos graves, deve-se consultar um médico”, finaliza Rosana.

O papel estratégico da hidratação funcional
A hidratação funcional consiste na reposição estratégica de eletrólitos (sais minerais, como sódio e potássio), garantindo uma absorção mais rápida e eficiente.

“A hidratação funcional é a evolução da hidratação comum e tem o potencial de atuar em umas das principais causas do desequilíbrio eletrolítico. Na prática, beber água pura é essencial, mas nem sempre o corpo consegue absorvê-la na velocidade de que precisamos. Quando adicionamos a ciência para trazer o equilíbrio ideal de sais minerais, garantimos que a hidratação chegue aonde realmente importa: dentro das células, ajudando a reduzir e prevenir os sinais de desidratação leve, contribuindo para a saúde geral do corpo”, explica Evelyn Aguiar, Cientista de Liquid I.V. no Brasil.

Dicas práticas para o dia a dia:

  1. Intercale: Utilize repositores de eletrólitos associados à ingestão de água, especialmente em dias de calor intenso.
  2. Observe o corpo: se o cansaço surgir no final da tarde, experimente uma dose de hidratação funcional antes de recorrer à terceira xícara de café – que pode aumentar sua perda de líquidos.
  3. Cor da urina: o ideal é que ela tenha tom amarelo-claro (cor de palha). Se estiver muito escura ou transparente como água, o equilíbrio mineral precisa de atenção.

Head de Marketing de Liquid I.V. no Brasil, Fernanda Fischer destaca os desafios sobre a suplementação de hidratação no país, apesar de este já ser um mercado estabelecido globalmente: “Se hoje proteína e creatina já fazem parte da rotina de bem-estar de muitos brasileiros, a hidratação ainda está alguns passos atrás nessa jornada de conscientização. Não à toa, três em cada quatro pessoas relatam sintomas de desidratação sem saber exatamente como agir¹” comenta. “Como líderes globais da categoria, temos como objetivo transformar a hidratação em algo mais simples, consciente, gostoso e presente na rotina das pessoas”.

¹Estudo realizado por Liquid I.V. com consumidores brasileiros.

Fonte: Nielsen – Vendas de Valor IRI, Hidratação Funcional em Formato em Pó, Total EUA – Multi-Outlet + Conveniência, MAT até 08.09.24.

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