Em celebração à data, Dr. Guido Boabaid, médico psiquiatra à frente da GnTech, fala sobre Medicina de Precisão e lista os motivos para investir no teste farmacogenético.
No dia 07 de abril, é comemorado o Dia Mundial da Saúde, data voltada à conscientização sobre prioridades globais de saúde, promovendo o bem-estar, a prevenção de doenças e a garantia de acesso à saúde como direito universal. A ocasião é um convite para refletir não apenas sobre o bem-estar físico, mas também sobre o cuidado com a saúde mental, que tem ganhado cada vez mais relevância no cenário atual. Nesse contexto, a medicina personalizada – também conhecida como Medicina de Precisão – vem se consolidando como uma ferramenta eficaz para tornar o tratamento mais assertivo, acessível e individualizado.
“A Medicina de Precisão nada mais é do que integrar boas práticas médicas a testes genéticos, para aumentar a eficácia dos tratamentos. No caso da saúde mental, a abordagem é aplicada com testes farmacogenéticos”, explica o Dr. Guido Boabaid, médico psiquiatra e CEO da GnTech, empresa de biotecnologia pioneira e líder em farmacogenética no Brasil.
Segundo o especialista, pacientes que investem nesse tipo de análise têm maior assertividade, menos efeitos colaterais e maior qualidade de vida. “A Medicina de Precisão proporciona 50% de taxa de remissão já a partir da oitava semana de tratamento, 30% menos de efeitos colaterais, 58% menos risco de internação psiquiátrica e uma economia de economia de R$3 mil até mais de R$9 mil ao longo do tratamento, sem contar os planos de saúde”, pontua.
Para celebrar a data e ajudar quem busca mais eficácia nos tratamentos, o Dr. Guido reuniu motivos pelos quais vale a pena investir na Medicina de Precisão. Confira, a seguir:
1. Evita o formato “tentativa e erro”
Cada pessoa carrega um histórico único, com fatores genéticos, ambientais e emocionais que influenciam diretamente seu bem-estar. Por isso, abordagens padronizadas muitas vezes não oferecem os resultados esperados. “Com a medicina personalizada, evitamos o sofrimento e o desperdício de tempo. Ao fazer um teste, o paciente e o médico aumentam as chances de remissão mais rapidamente, com menos chances de efeito colateral”, pontua Boabaid.
2. Acelera o alívio dos sintomas
Transtornos como depressão e ansiedade, os mais comuns na população, impactam profundamente diversas áreas da vida, como trabalho, convivência social, cognição, energia física e emocional. “O uso de testes farmacogenéticos aumenta as chances de sair mais rapidamente dessa zona de desconforto e de remissão daquele episódio”, ressalta o psiquiatra.
3. Reduz o risco de recaídas
Quando uma depressão não é tratada corretamente, há uma melhora apenas parcial, o que aumenta significativamente as chances de novos episódios. “A cada recaída, a gravidade costuma aumentar, sendo necessário mais medicamentos, com dosagens maiores e por mais tempo. Em alguns casos, o quadro pode se tornar crônico, deixando o cérebro mais frágil e menos resiliente, bem como a saúde geral do indivíduo”, reforça o médico.
O Dr. Guido ainda alerta sobre a falsa impressão de que um teste farmacogenético custa caro e lembra que ele é feito uma vez na vida, diferente dos gastos com diversas tentativas de remédios ao longo da vida. “Existem opções acessíveis para todos os orçamentos e realidades, todos com a mesma proposta de ser mais assertivo e especializado em saúde mental”, pontua. Além disso, ele pode contribuir para várias outras especialidades, como tratamento de medicina de dor crônica e pós-operatório, cardiologia e até protocolos específicos para autismo, entre outros. “São muitas especialidades que o teste abrange”, conclui o Dr. Guido.
Sobre Guido Boabaid May
Médico psiquiatra há mais de 32 anos, com mais de 110 mil consultas realizadas, mais de 1.100 pacientes em tratamento guiado com teste farmacogenético e pioneiro da farmacogenética no Brasil. Guido também é fundador e CEO da GnTech, empresa de biotecnologia pioneira e líder em farmacogenética no Brasil, com mais de 25 mil testes farmacogenéticos realizados sob sua liderança, a empresa é detentora do maior banco de dados de farmacogenética sobre a população brasileira. Boabaid também atua como médico do Corpo Clínico do Hospital Israelita Albert Einstein e é autor do livro “Onde Foi Parar Minha Alegria?”, publicado em 2025.
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