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Com R$ 58 bilhões em vendas, mercado imobiliário de SP aumenta busca por corretores mais qualificados

São Paulo, maior mercado imobiliário do país, que registrou R$ 58,8 bilhões em VGV, quase 140 mil unidades vendidas e R$ 81 bilhões em lançamentos em 2025. Crédito: divulgação
São Paulo, maior mercado imobiliário do país, que registrou R$ 58,8 bilhões em VGV, quase 140 mil unidades vendidas e R$ 81 bilhões em lançamentos em 2025. Crédito: divulgação

Com o impacto financeiro da profissionalização da corretagem na economia paulistana, que atingiu 140 mil unidades comercializadas em 2025, Instituto Brasileiro de Educação Profissional inaugura unidade na capital para atender desde o corretor de imóveis individual até grandes grupos de profissionais que atuam em incorporadoras e imobiliárias. Diante de mudanças constantes e significativas na economia e no comportamento do consumidor, o foco é transformar o profissional em corretor de imóveis 4.0.

Data de Publicação: 15/maio/2026

O mercado imobiliário de São Paulo, responsável por registrar apenas na capital R$ 58,8 bilhões em VGV, quase 140 mil unidades comercializadas e R$ 81 bilhões em lançamentos em 2025, conforme levantamento do Sinduscon SP, transformou o perfil técnico da intermediação de ativos do corretor de imóveis. Para atender à complexidade de um estado que concentra cerca de 300 mil corretores de imóveis ativos, parcela significativa diante dos 700 mil profissionais registrados no Brasil (Sistema COFECI-CRECI), o Instituto Brasileiro de Educação Profissional (IBREP) reforça a necessidade de ampliar a atuação educacional com uma nova unidade de ensino instalada recentemente na capital paulista.

“A diversificação do portfólio no estado, que transita de compactos “smart living” a galpões logísticos, obriga o corretor de imóveis tradicional a migrar para o que chamamos de modelo 4.0. O profissional abandona a simples apresentação de imóveis para operar como analista de viabilidade financeira e técnica”, explica o CEO do IBREP Diogo Martins. 

As aulas disponibilizadas pelo IBREP vão além da formação básica exigida para atuação no setor e acompanham a complexidade atual do mercado imobiliário. O conteúdo inclui desde crédito imobiliário, com análise de programas como o Minha Casa Minha Vida, que respondeu por 33% do VGV da cidade em 2025, até disciplinas voltadas à leitura de mercado, documentação, legislação, avaliação de imóveis, negociação e estruturação de operações.

A grade também contempla nichos específicos, como imóveis de alto padrão, fazendas, loteamentos, ativos logísticos, além de conteúdos sobre marketing imobiliário, estratégias digitais, captação de clientes e posicionamento profissional.

“O volume de capital transacionado em São Paulo exige um nível de estruturação incompatível com o profissional amador. Trazemos o mapeamento de diferentes culturas econômicas do Brasil para transformar o corretor de imóveis local em um estrategista capaz de operar ativos de alta complexidade em São Paulo ou em qualquer estado”, afirma Diogo Martins, CEO do IBREP.

Para ingressar legalmente na profissão, o primeiro passo é concluir o curso Técnico em Transações Imobiliárias (TTI) em uma instituição credenciada, cumprir o estágio obrigatório e solicitar o registro profissional junto ao Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI). Sem esse registro, o profissional não pode intermediar compra, venda, locação ou permuta de imóveis. 

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